segunda-feira, 10 de junho de 2013

Saiba como tratar cada um dos três estágios da celulite





Vilã declarada das mulheres, a celulite é fruto não só do acúmulo de gordura, como também de alterações circulatórias e da baixa mobilização de líquidos do organismo. Abdômen, coxas e glúteos são as principais áreas atingidas pelo problema estético, que é dividido em três estágios. Por apresentarem comportamentos diferentes em cada fase, os furinhos devem ser tratados de maneiras específicas para que sua diminuição seja efetiva.

Os tratamentos de cada etapa evolutiva agem de acordo com a gravidade das marcas na textura da cútis. “Vale lembrar que se os procedimentos estéticos para combater a celulite não forem aliados a uma rotina saudável, o aspecto de casca de laranja tende a voltar”, alerta Carolina Marçon, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Agora, conheça cada estágio da celulite e saiba como driblá-la.


Primeiro estágio: inicialmente, as ondulações na pele só são percebidas quando a região afetada é comprimida pelas mãos. Mesmo crianças e adolescentes estão sujeitos a esse primeiro sinal. Nessa fase, as formas de tratamento são variadas, indo da simples aplicação de cremes anticelulite a práticas constantes de atividades físicas e uma reeducação alimentar. Na maioria dos casos, as chances de recuperação total são grandes.

Segundo estágio: ao passar a mão sobre a cútis, já se sente a ondulação e alguns nódulos, sendo que ambos já são percebidos nitidamente, sem a necessidade da compressão do tecido. Aqui, o tratamento necessário já é um pouco mais trabalhoso, pedindo a realização de drenagem linfática, massagens modeladoras, ultrassom terapêutico, uso de aparelho de radiofrequência e outros procedimentos que auxiliam na perda dos agrupamentos de gordura e da textura irregular.

Terceiro estágio: nessa etapa, os nódulos são bastante perceptíveis e têm consistência endurecida e inchada, que indica a formação de fibrose. A região, além de comprometida esteticamente, pode, também, ficar dolorida, o que torna o tratamento necessário. Para esse estágio mais severo, em que, de fato, a pele adquire o famoso aspecto “casca de laranja”, o ideal é investir nas mesmas técnicas indicadas na fase anterior, porém, com um maior número de sessões. Além disso, em casos extremos, a lipoaspiração e a cirurgia de subcisão podem ser saídas mais satisfatórias, pois eliminam de vez as formações subcutâneas que comprometem a área do corpo tratada.

Agência Hélice
Terra

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