quinta-feira, 18 de julho de 2013

Autopreenchimento em cápsulas combate rugas superficiais




Ao longo dos anos, a pele perde a elasticidade e começa a apresentar vincos e linhas de expressão. Esse processo não começa tão tarde quanto se pode imaginar, a partir dos 25 anos o corpo já diminui a produção da proteína de colágeno, o que provoca as alterações na derme e o surgimento das rugas. Maneira mais comum para tratar o problema, o preenchimento cutâneo por meio de injeções já é substituído por uma solução não invasiva.

Trata-se do autopreenchimento em cápsulas, um concentrado de colágeno que realiza o processo de reposição da substância de dentro para fora, devolvendo o tônus e a elasticidade da pele. Cada porção é composta de dois tipos de ativos: os peptídeos de colágeno do tipo I, que auxiliam na sustentação da pele, e os peptídeos de colágeno do tipo II combinados com polissacarídeos marinhos, que realizam o preenchimento cutâneo.


“Essas substâncias são facilmente digeridas pelo organismo, devido ao seu baixo peso molecular”, explica Cláudia Coral, farmacêutica da Galena. Assim, as moléculas são totalmente absorvidas pela barreira gastrointestinal e atingem a corrente sanguínea, tornando-se biodisponíveis, ou seja, com capacidade de difundir-se para os tecidos organicamente.

O produto atua como um mensageiro, desencadeando a síntese e a reorganização de novas fibras da proteína. Dessa maneira, ele estimula as células e aumenta a densidade e o diâmetro desses ligamentos na pele e, consequentemente, diminui as rugas mais superficiais. 

Encontrada em farmácias de manipulação, a novidade – ao custo de R$ 150, a embalagem com 30 unidades – deve ser ingerida diariamente, por tempo indeterminado, pois trata-se de uma suplementação. Com o passar das semanas, a melhora na textura da pele é notada.

Agência Hélice
Terra

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