quarta-feira, 16 de julho de 2014

Os diversos tipo de peeling para tratamento da pele






Marina Andressa Ribeiro

O Peeling já virou um tratamento indispensável em muitas clínicas. A técnica pode ser utilizada para tratar manchas, cicatrizes, acnes, estrias, redução de poros, linhas de expressão e consequentemente deixa a pele com um aspecto mais saudável e uniforme.  O resultado após a aplicação é o que faz essa técnica ser tão procurada. Os pacientes sentem-se satisfeitos com o resultado.

Para o tratamento, o fisioterapeuta pode utilizar dois tipos de peeling, o mecânico ou o químico. Suas indicações é uma das etapas mais importantes do tratamento. É preciso fazer uma avaliação minuciosa da patologia a ser trabalhada.
Os peelings são classificados, conforme a sua capacidade de penetração: superficial, médio ou profundo. Esse critério, porém, não é absoluto, pois o mesmo agente e concentração poderão ser superficiais para uma pele grossa, sem preparo, e médio para uma pele mais fina, muito preparada.

Portanto, se faz importante uma boa preparação da pele antes da aplicação da técnica. No caso do peeling químico, uma pele suja e grossa irá ter uma menor absorção do ácido. Já no peeling mecânico é importante limpar muito bem a região antes da técnica.





A intenção com essa aplicação é a renovação da pele. Com isso, haverá uma boa hidratação consequentemente uma diminuição das patologias referidas acima. Seus efeitos são muito relativos, isto é, irá depender da pele que está recebendo o peeling. Mas dentre esses efeitos pode estar eritema, edema, descamação superficial e sensação de queimação.

O Peeling mecânico consiste na abrasão e esfoliação da pele, que pode ser facial ou corporal. Geralmente nesse tipo de peeling, o paciente sente o efeito na hora, mais apenas após 3 dias esses efeitos são melhor visualizados.  Esse tipo de procedimento pode ser utilizado também como forma de preparação da pele, ou seja, pode ser utilizado antes de um peeling químico, hidratação profunda ou até mesmo para maior introdução de algum cosmético para acne ou rugas. 
No mercado já existem vários tipos de peeling mecânico, porém, os mais conhecidos são o de cristal e o de diamante, que fazem um grande efeito na pele.

Já o Peeling Químico consiste na aplicação de diversas substâncias tópicas, chamadas ácidos, capazes de fazer a renovação celular. 

Segundo a última notícia do COFFITO, o fisioterapeuta pode realizar tratamento com peeling químico, desde que esse não ultrapasse o limite da epiderme. Em geral, os peelings superficiais mais utilizados são: 

- Ácido retinóico (3 a 5%): retinóide, derivado da vitamina A, causa proliferação epidérmica e neocolagênese. Tem aspecto amarelado, sua aplicação deve ser homogênea em todo o rosto e permanecer por 6 a 12 horas, quando deve ser lavado.

- Ácido glicólico: alfa hidroxiácido, utilizado na concentração de 40 a 70% com efeito epidermolítico. É tempo variado, devendo permanecer na face em média por 5 minutos. Após esse tempo deve ser neutralizado com água ou substâncias como bicarbonato de sódio, e em seguida lavado.

- Ácido tricloroacético: peeling superficial, utilizado 10 a 30%; médio 30 a 40%; profundo 50%. É o agente mais utilizado para peelings e pode ser usado em associações com outros agentes. Após sua aplicação, ocorre um "frost" (branqueamento) na face, devido à coagulação intensa das proteínas  e, quanto mais intenso, maior penetração. Não precisa ser neutralizado, mas devem ser feitas compressas calmantes durante o procedimento, a fim de aliviar o ardor que causa. Após o peeling, forma-se uma crosta aderente que se solta em média após uma semana.

Após a aplicação de qualquer tipo de Peeling é essencial que o paciente utilize filtro solar na região tratada e evite ao máximo à exposição ao sol. Isso para evitar efeitos adversos como queimadura, manchas ou piora da patologia tratada.           Saiba mais sobre sua saúde.   Fonte: Minha Saúde Online  

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